Empatia é compartilhar e tentar compreender os sentimentos e atitudes com a perspectiva do outro. Praticar a empatia de forma ampla é benéfico para ambos envolvidos e pode ser aperfeiçoada a cada dia.

A prática da empatia ainda é bastante seletiva, as pessoas tendem a aceitar a dor do outro quando ocorre alguma identificação, mas o ideal é que seja aplicada a todos. Não confunda empatia com simpatia ou compaixão pois são sentimentos totalmente diferentes.

A empatia pode ser divida em afetiva que diz respeito a sentir a dor do outros e a cognitiva que é a capacidade de entender as emoções dos outros.

Para se tornar empático inicialmente é preciso saber lidar com os próprios sentimentos para então aprender a lidar com os dos outros. Inicialmente pode parecer um desafio romper com padrões e enfrentar conflitos pessoais para ampliar nossa capacidade nata de sentir empatia, mas é altamente engrandecedor.

Deve sempre haver equilíbrio ao praticar a empatia, pois mesmo após se colocar no lugar do outro é necessário saber voltar para si.  A empatia saudável é capaz de distinguir o que é seu e o que é do outro, sem desgaste físico e emocional decorrentes do sofrimento alheio.

 

Afinal como praticar a empatia?

Não há uma “fórmula mágica” para praticar a empatia, mas existem ações que ajudam a treinar a empatia de forma que fique menos seletiva e mais eficiente.

 

1 – Autoconhecimento

O autoconhecimento nos permite entender nossas próprias emoções e atitudes. Amplia nossa capacidade de discernimento necessário para tentar entender as atitudes e as emoções do outro.É necessário autoconhecimento para a prática da empatia, desta forma haverá mais efetividade e benefícios para ambos.

 

2 – Respeito a individualidade

Cada pessoa possui seus valores e costumes, respeite a individualidade do outro. Evite aplicar sobre a situação do outro seus valores e julgamentos, veja e sinta a situação pela óptica dele.

 

3 – Seja receptivo

Procure sempre que possível conversar sobre problemas e preocupações com outras pessoas, tente se imaginar vivenciando as situações que elas enfrentam.Pratique a escuta ativa, apenas ouça as pessoas livre de julgamentos ou respostas mentais automáticas. Esteja atento ao tom de voz, postura, o olhar e até mesmo ao silêncio que traduz os sentimentos do que não é dito.

Demonstre seja através da sua fala, olhar, ou linguagem corporal que está comprometido com a situação que o outro está compartilhando com você.

 

4 – Elimine preconceitos

Há preconceitos até mesmo ocultos que são capazes de interferir na capacidade de ouvir e ter empatia. A origem de qualquer preconceito irá variar da percepção individual de cada ser, geralmente estão ligados a fatores visíveis como idade, raça, sexo.É necessário uma autoavaliação para identificar quais são os preconceitos que possui para então aprender a superá-los.

Há também a forma de preconceito ligada a prática seletiva da empatia. Onde é difícil aplicar a pessoas que não nos identificamos por medo do que é diferente de si ou a pessoas que não gostamos. Aplicar a empatia nestes tipos de situações é altamente enriquecedor, pode até mesmo mudar totalmente sua visão sobre o outro.

 

5 – Adquira novas experiências

Viva novas experiências mesmo que sejam desafiadoras, pois o desconhecido estimula a humildade que é uma característica essencial da empatia.Pode ser um hobby como a dançayoga, culinária ou outro que tenha afinidade.

Adquirir uma nova habilidade, tal como aprender um idioma ou fazer um curso em uma área de seu interesse.

Se possível viaje mais, novos lugares e culturas expandem nossa percepção, melhoram a apreciação pelos outros.

Através da ficção também é possível desenvolver o senso de empatia, liberam a imaginação e expande a abertura emocional.

Lembre-se o importante é ampliar os próprios horizontes de forma evolutiva, escolha ou descubra novos meios de sempre adquirir novas experiências.

 

O que está esperando para praticar a empatia?

Saia de sua zona de conforto! Através da prática da empatia permita-se sentir a si e aos outros em plenitude, para que o todo possa evoluir de forma contínua e harmônica.

Fonte: Ser em Movimento

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