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Biodança, yoga, massagem, auriculoterapia e acupuntura são algumas das práticas oferecidas a pacientes que são atendidos na atenção básica, no estado

alagoas

As Práticas Integrativas e Complementares (PICS) disponíveis no Sistema Único de Saúde (SUS) são ofertadas à população de Alagoas. No estado, medicina tradicional chinesa, terapia comunitária, dança circular/biodança, yoga, massagem, auriculoterapia e acupuntura são as práticas oferecidas na Atenção Básica para o tratamento de usuários do SUS, em 73 municípios. Essas práticas são alguns dos tratamentos que utilizam recursos terapêuticos, baseados em conhecimentos tradicionais, voltados para tratar e prevenir diversas doenças, como depressão e hipertensão. Em 2017, foram registrados mais de 2,5 mil atendimentos individuais no estado. 

As 29 práticas integrativas e complementares oferecidas no Sistema Único de Saúde são: ayurveda, homeopatia, medicina tradicional chinesa, medicina antroposófica, plantas medicinais/fitoterapia, arteterapia, biodança, dança circular, meditação, musicoterapia, naturopatia, osteopatia, quiropraxia, reflexoterapia, reiki, shantala, terapia comunitária integrativa, termalismo social/crenoterapia, yoga, apiterapia, aromoterapia, bioenergética, cromoterapia, constelação familiar, geoterapia, hipnoterapia, imposição de mãos, ozoniterapia e terapia de florais.

Evidências científicas têm mostrado os benefícios do tratamento integrado entre medicina convencional e práticas integrativas e complementares. Além disso, há crescente número de profissionais capacitados e habilitados e maior valorização dos conhecimentos tradicionais de onde se originam grande parte dessas práticas.

As terapias estão presentes em 9.350 estabelecimentos em 3.173 municípios brasileiros, sendo que 88% são oferecidas na Atenção Básica. Atualmente, a acupuntura é a mais difundida com 707 mil atendimentos e 277 mil consultas individuais. Em segundo lugar, estão as práticas de Medicina Tradicional Chinesa com 151 mil sessões, como taichi-chuan e liangong. Em seguida aparece a auriculoterapia com 142 mil procedimentos. Também foram registradas 35 mil sessões de yoga, 23 mil de dança circular/biodança e 23 mil de terapia comunitária, entre outras.

CONGRESSO

O Brasil é referência na área e para tratar desse assunto, o Ministério da Saúde promove entre os dias 12 e 15 de março o 1º Congresso Internacional de Práticas Integrativas e Saúde Pública (INTERCONGREPICS), e o 3º Congresso Internacional de Ayurveda. Os dois eventos são realizados no Rio de Janeiro, no Centro de Convenções Riocentro, com programação integrada e a presença de cerca de quatro mil pesquisadores do assunto.

O encontro promove debates com pesquisadores internacionais e do Brasil, e troca de experiências entre os profissionais, gestores e pesquisadores das diversas práticas integrativas. Mais de 900 trabalhos científicos, de todas as regiões do país e de outros países também, estão sendo apresentados no evento.

IMPLANTAÇÃO

As práticas integrativas e complementares são ações de cuidado transversais e podem ser realizadas na atenção básica e na média e alta complexidade. Não existe uma adesão à PNPIC: a política traz diretrizes gerais para a incorporação das práticas nos serviços.  Compete ao gestor municipal elaborar normas para inserção da PNPIC na rede municipal de Saúde.

Na Atenção Básica, o pagamento é realizado pelo piso da atenção básica (PAB) fixo (per capita), ou por PAB variável, que corresponde ao pagamento por equipes de saúde da família, agentes comunitários e núcleos de saúde da família, ou ainda o programa de melhoria do acesso e da qualidade (PMAQ). Dessa forma, os procedimentos ofertados através da Portaria nº145/2017 estão dentro do financiamento do PAB e não geram recursos por produção.

A Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares (PNPIC), publicada em 2006, instituiu no Sistema Único de Saúde (SUS) abordagens de cuidado integral à população por meio de sistemas complexos e outras práticas que envolvem recursos terapêuticos diversos. Desde a sua implantação, o acesso dos usuários do SUS a essas práticas integrativas tem crescido exponencialmente.

Municípios que ofertam práticas integrativas em Alagoas

AL Anadia
AL Boca da Mata
AL Cajueiro
AL Delmiro Gouveia
AL Dois Riachos
AL Igaci
AL Junqueiro
AL Maceió
AL Marechal Deodoro
AL Palmeira dos Índios
AL Pão de Açúcar
AL Pilar
AL Teotônio Vilela
AL ÁGUA BRANCA
AL ARAPIRACA
AL ATALAIA
AL BARRA DE SANTO ANTÔNIO
AL BARRA DE SÃO MIGUEL
AL BELO MONTE
AL CACIMBINHAS
AL CAMPESTRE
AL CHÃ PRETA
AL COLÔNIA LEOPOLDINA
AL CORURIPE
AL ESTRELA DE ALAGOAS
AL INHAPI
AL MAJOR ISIDORO
AL MATA GRANDE
AL MATRIZ DE CAMARAGIBE
AL MURICI
AL OURO BRANCO
AL PENEDO
AL PINDOBA
AL PIRANHAS
AL PORTO REAL DO COLÉGIO
AL SANTANA DO IPANEMA
AL SÃO JOSÉ DA LAJE
AL SÃO JOSÉ DA TAPERA
AL SÃO LUÍS DO QUITUNDE
AL SENADOR RUI PALMEIRA
AL TAQUARANA
AL GIRAU DO PONCIANO
AL TRAIPU
AL CANAPI
AL CAPELA
AL CRAÍBAS
AL FLEXEIRAS
AL IGREJA NOVA
AL JACARÉ DOS HOMENS
AL JARAMATAIA
AL JEQUIÁ DA PRAIA
AL JUNDIÁ
AL MARAGOGI
AL MARAVILHA
AL MAR VERMELHO
AL MESSIAS
AL OLHO D’ÁGUA DAS FLORES
AL OLHO D’ÁGUA GRANDE
AL OLIVENÇA
AL PALESTINA
AL PARICONHA
AL PAULO JACINTO
AL POÇO DAS TRINCHEIRAS
AL QUEBRANGULO
AL RIO LARGO
AL SANTANA DO MUNDAÚ
AL SÃO MIGUEL DOS CAMPOS
AL SÃO MIGUEL DOS MILAGRES
AL SÃO SEBASTIÃO
AL SATUBA
AL TANQUE D’ARCA
AL UNIÃO DOS PALMARES
AL VIÇOSA

Fonte: Ministério da Saúde

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