musicoterapia-beneficios

A musicoterapia pode trazer muitos benefícios para a saúde além de relaxamento e bem estar. Esta técnica terapêutica utiliza a música para tratar transtornos diferentes como ansiedade, depressão, transtorno de neurodesenvolvimento, além de ajudar quem tem autismo, TDAH (Transtorno do déficit de atenção com hiperatividade), mal de Parkinson, Alzheimer, entre outros.

O método da musicoterapia é direcionado às áreas da saúde, como em hospitais e clinicas organizacionais. A especialista em musicoterapia, Gislaine Matos, relata como funcionam as práticas dessa técnica.
‘’A musicoterapia é uma profissão da área da saúde, sem objetivos pedagógicos. Mas não se trata de aula de música. Por exemplo, quando se tem apresentações musicais em hospitais, locais públicos ou pelo simples fato de se colocar uma música para as pessoas ouvirem e relaxarem, isso não é musicoterapia’’.

Para se realizar o tratamento, não é preciso conhecimento de algum instrumento musical ou ter feito aulas de música.

O intuito é usar a música como uma linguagem para atingir os objetivos terapêuticos do paciente. A música é um estimulo que não passa despercebido pelo cérebro, usando os elementos como o ritmo, melodia, harmonia e movimentos corporais, podem provocar mudanças estruturais, funcionais e padrões de conectividade. O som atua em todas as áreas do cérebro, como por exemplo sistema imunológico, hormonal, altera batimentos cardíacos, manejo da dor. O musicoterapeuta vai avaliar o histórico do paciente para determinar as experiências musicais que serão vivenciadas, a nível físico, mental, ou social.

Segundo a musicoterapeuta, para os idosos, a musicoterapia pode melhorar a qualidade de vida, resgatando funções perdidas como a memória, habilidades cognitivas, socialização, além de aliviar a sensação de ansiedade, estresse e depressão, tudo isso considerando um idoso ativo, autônomo, independe. Mas quando o idoso já tem comprometimento, a musicoterapia vai atuar pontualmente naquela necessidade do indivíduo. “O trabalho vai ser realizado diretamente no restabelecimento de alguma função perdida, algum movimento que o idoso não consegue mais realizar, entre outros. Então, o tratamento é auxiliar na formação de novas conexões para que auxilie o indivíduo a se recuperar e reabilitar-se”, conclui.

Fonte: Eurofral

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